sexta-feira, 21 de novembro de 2008
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Fade To Black, Fade from My Memory...

GO!
Where was God when I needed a friend
Where was God when I came to an end
Where was God when I lost my mind
Where was God when I could not find
Don't want to be up or down
Don't want to be up or down
Don't want to be up or down
I Don't want to be up or down
Where was love when I felt like hate
Where was hate when I felt like love
Where were you when you said you'd be there
Where was the fear when I said I was scared
I Don't want to be up or down
Don't want to be up or down
I Don't want to be up or down
I Don't want to be up or down
WHY?
Tell me what you believe
I'll tell you what you should see
I don't know who to trust
My heart is filled with disgust
CAN'T TAKE THIS NOW!
Tell me what you believe
I'll tell you what you should see
I don't know who to trust
My heart is filled with disgust
Tell me what you believe
Tell me what you BELIEVE
Ladies and Gentlemen!
May I have your attention?
Are you ready for the joke?
Are you ready for the great deception?
GOD!
Tell me what you believe (God!)
Tell me what you believe (God!)
Tell me what you believe
Tell me what you believe
Tell me what you believe
Tell me what you believe
"eveileb uoy tahw em llet nemeltneg dna seidal"
- Sermon, by Drowning Pool
I just had that violent mood . . .
domingo, 9 de novembro de 2008
O Fim do Início.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Bem-vindos ao monopólio da emoção...

quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Importância das Palavras.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Eterno poeta . . .
Séries do Passado e do Presente.
Depois de ter encontrado este poster da série Buffy, The Vampire Slayer, lembrei-me de todas as horas que passei a ver a série às escondidas do meu pai. Era demasiado novo para ver uma série tão violenta, dizia ele. Mal sabia ele que, nesta cabecinha, já passavam coisas bem mais macabras.
It's all about the cigar, folks.
The eternal Rebel . . .
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Este viver aqui de Saudade.

I missed her sweet smell, I miss it everyday
Nem consigo começar a enumerar as coisas das quais sinto falta. Sinto saudades de tanto que chegam a faltar-me palavras. Mesmo assim, reconforta-me saber que há tantas novas coisas, sentimentos, emoções, relações, etc, sem as quais não poderia viver hoje e que, espero eu, nunca mudem. Mantê-las assim tão importantes, é o que quero para o Futuro, porque perder amigos ou coisas que me fazem sentir bem constituem as piores dores imagináveis.
Conheci pessoas que me fizeram bem e mal, conheci pessoas que me fizeram apenas bem, conheci pessoas que me fizeram apenas mal. Mas não me arrependo de nada. A vida é feita de coisas assim. Momentos altos e baixos, ups and downs. E é assim que gosto dela. Na mó de cima ou na mó de baixo, estando agora num momento alto olho para trás e todos os maus momentos parecem simplesmente uma memória longínqua da qual pouca memória tenho...
Há coisas que não mudam, coisas que nunca mudam. Mas, mais que tudo, a minha forma de ser não muda e continuo a esperar, sinceramente, que muitas pessoas não mudem e, mais importante, não partam.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Cosmos ou Karma ??

Não seria tudo mais fácil se todos pudéssemos simplesmente seguir este exemplo?
(ver expressão violenta do rapaz da imagem)
Usávamos a nossa expressão mais maléfica, fazíamos uma jura de vingança (no fundo com o objecto do nosso desejo) e eis que surgia tudo nas nossas mãos.
Primeiro tínhamos de lutar pelos favores do Cosmos/Karma. Além disso perdia toda a piada da luta e do fazer por conquistar o que se quer. Parecendo que não, é o que dá toda a beleza às coisas depois de as termos.
Mesmo assim ainda há coisas que simplesmente custam...demasiado. Aos menos são poucas e geralmente exigem dinheiro.
Que foi isto? Apenas um devaneio demente.
Porque, verdade seja dita, também tenho direito a tê-los!!
Há dias assim.
domingo, 2 de novembro de 2008
Eles andam aí ...
sábado, 4 de outubro de 2008
A Raça Taurina
Os Touros são os construtores do zodíaco: são capazes de construir desde uma relação a um Império. Apesar de demorarem o seu tempo a iniciar, possuem uma personalidade determinada e metódica, características que aplicam no decorrer e conclusão das tarefas em mão.
A sua função é alcançar a mestria em tudo o que faz, dando óptimos artesãos. Nunca encontrará um Touro que tome atalhos para cumprir objectivos, nem usar materiais de qualidade inferior. Gostam de aproveitar tudo o que a vida tem para lhes oferecer e apreciam a ordem, organização, conforto e respondem muito bem ao estímulo e ao prazer.
Como o animal que representa este signo, não se zangam facilmente, mas quando tal acontgece, é melhor ter cuidado. A frase chave para o Touro é «eu tenho». Escorpião governa a casa das relações, tornando-o o signo mais atractivo para o Touro (A sua sensualidade - do escorpião - é aparente através da personalidade e com a frase chave «eu desejo», atraiem e sentem-se atraídos por Touro). O elemento deste signo fixo é a Terra, correspondendo à segunda casa astrológica, a do dinheiro e recursos.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
There's a time to fight, and a time to grow...
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Questions
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Simples rabisco poético, não esperem grande coisa
Vagueio, por não saber ter direcção
Perdi-me nos caminhos dúbios que alargaram as minhas escolhas
Perdi-me, pela incerteza de poder escolher acertadamente
Houve um dia, algures no Passado, em que pude olhar em volta e ter confiança
Mas tu, com os teus orbes verdes e cabelo castanho tudo deitaste por terra
Tu, com o teu perfume, enfeitiçaste-me a alma
Simplesmente Tu, diabolicamente naive, destruíste o que havia em mim de inocente
Tentei, desesperadamente, fugir da tua sombra
Mas nunca foste uma sombra.
Tentei fugir e esquecer o que lançaste na minha vida,
Mas tudo o que tenhas lançado foi aceite por mim.
Hoje, algures dentro de mim, temo que outros me provoquem o mesmo que Tu.
Hoje, mais que nunca, espero que tudo se repita.
Amanhã, talvez, libertar-me-ei um pouco do teu ser impregnado em mim
Amanhã, talvez, morrerei uma vez mais para o mundo
Inocente e cobardemente, saíste da minha vida
Inocente e cobardemente, lançaste o caos no ténue ser que já era.
Davas-me alento, fogo de viver.
Davas-me uma razão para estar vivo e respirar.
Mas não. Já não. Quando o fim me tocou, percebi que não respirava realmente.
Era uma respiração condicionada, uma escolha irreflectida.
Hoje, sei melhor, que na altura não pensei a direito.
Hoje, sei melhor, que não repetiria nada.
Mas sei, também, que afinal o ódio escoou.
Ficou simplesmente a pena.
A pena, pois tudo o resto voou...
Yours Trully.
Foi apenas um rabisco que me apanhou de surpresa quando a mão agarrou a caneta e a caneta beijou languemente o papel.
Devaneios de um escritor não publicado...
Lago da Alma
Enquanto caminhava levemente sobre as folhas caídas das árvores
Deparei-me com um lago rodeado de terreno verdejante
Encontrei as costas desnudas de uma mulher, a sua pele mais fria que todos os mármores
Olhei a sua figura e perdi-me na sua pele e desejei que fôssemos amantes.
Nesse lago vi nascer o Sol, enquanto o vento frio acariciava a pele de uma mulher perdida
Vi a água oscilar e a vida dela brotar,
Toquei a minha alma e senti-a perdida.
Fui tocado pela dúvida, uma carícia mórbida que me cegou,
Caí de joelhos, sem saber o que me esperava,
E, ali, num lago desconhecido, a morte me deixou.
Me deixou viver e ao contrário do que eu pensava,
O toque gélido da dúvida a minha ferida sarava
Os meus joelhos dobrou,
Mas a alma curava.
O anjo humano à minha frente apareceu e facilmente me hipnotizou
Os seus olhos pérolas desaparecidas,
Os seus cabelos uma dor que ficou,
Pérolas que me abriram a alma e viram as minhas mágoas perdidas.
O anjo acariciou-me, mas o seu toque era tão gélido quanto o da dúvida.
A minha barba encrespada raspou a sua pele sedosa
E senti uma sensação maravilhosa.
O frio que me esventrava cuidadosamente
Vinha dos seus dedos enregelados,
Como uma sensação estranha de um frio ardente
De dois seres mal amados.
A minha visão regressou e as estrelas olhavam o meu corpo inerte curiosamente.
As estrelas eram os seus muitos olhos brilhantes
Olhavam a minha alma aberta maternalmente
E as gotas de chuva vinham do céu e eram as suas lágrimas cintilantes.
A minha pele foi atingida pela água suave,
O anjo desaparecera, mas a sua rocha estava ainda presente.
O meu corpo reage, levanta-se, quer que a minha mente não o trave
Mas a minha mente recusa e o corpo pára bruscamente.
Olhei à minha volta, a floresta estava escura,
O mundo que me rodeava era tão silencioso
E a verdade que o silêncio trazia era dura
Apesar de quem a trazer ser um vento melodioso.
O anjo estava perdido, na alma de um ser,
Pertencia ao passado e à alma
Ninguém o podia ter.
Mas teria de ter calma…
O anjo nunca mais o vi,
Apenas as lembranças dos seus olhos, atormentadores dos meus momentos de tristeza.
Mas o seu toque gélido senti
E ele sempre afastou essa minha fraqueza.
Uma fraqueza humana, claro está,
Comum a muitos, mas o ser humano é capaz de tudo
E apesar de saber lá no fundo que o anjo nunca mais encontrar vá,
Visto o meu manto de Sol e agasalho-me bem e não mudo.
O Inverno chegou ao lago cristalino.
As suas águas gelaram
E chegou um felino,
Que os homens outrora magoaram
Era uma mensagem da minha alma:
Que o lago me era agora interdito,
Que devia manter a calma
E recusar qualquer atrito…
Um jovem acordou na sua cama, o suor escorrendo pelo seu corpo cansado e dorido.
Era a sua vez de sonhar...e a imaginação ninguém lhe podia roubar...
De novo da minha autoria.
Em tempos, deu-me para isto...
Ode a Viriato
Ó que vontade
Que desejo
Que obsessão
Querer esquecer o Passado
E remoer, revoltado
Originando esta estranha sensação
Difuso; simples
Objectivo, concreto
Rio, evito as lágrimas
Volto a rir e fecho-me em copas.
Antes copas que paus,
Malditas espadas que me atravessam
Apesar de pobre odeiam-me, se ao
Menos tivesse ouros.
Um à vontade
Uma raiva
No fundo…Ufa!
Uma libertação.
Anseio, esqueço,
Relembro, dando um passeio.
Longo, perdido,
Maldito e enfastiante .
Que tédio,
Que amor,
Que revolta,
Pessoa, Camões, palavras,
Poesia, numa sintáctica escolta.
Feios, ó sim,
Feio, claro que não, Espelho diz-me cá,
Qual é a sensação
Ai que dor,
Regressa o tédio…
Volta em mim, bolas…
Esquece a merda do pudor
Diz, fala livremente, sem remédio
Libertação verbal,
Ejaculação literária!
Característica Outonal,
Que modorra extraordinária!
Deito-me, não durmo,
Levanto-me, lá vem o sono.
Desengonçado, mas rápido,
Estranho e com olheiras…
Que dor de novo
Maldita correria!
Esta vida tão perra,
Mas desce, quem diria?
Um corrimão,
Uma aventura
Os cinco?
Talvez noutra altura.
Dura e dura,
Sempre latejante
Chegou a altura
De sair de rompante.
Um guerreiro
Um valente
Um letreiro
Tão premente
Maldito sejas!
Um grito.
Onde quer que estejas,
Um proscrito
Abandonado,
Revoltado
Uma única peça
Num tabuleiro vazio.
Raios, maldito,
Que sentimento tardio
Uma rima, engraçado,
Esforça-se por sair,
Que saia e me deixe varado!
Porca, badalhoca,
Um riso forçadamente meu!
Vem a piada que não me choca,
E lembrar-me do…pigmeu…
Que miséria artística, que vontade de ser mais algo
Je ne sais quoi,
Je ne comprends pas…
Este cómica de situação que é a vida.
Rima estranha, estranha mente.
Caeiro, Reis, Campos,
No fundo Fernando.
Fragmentado, iludido
Magoado e… Ai Campos, que pervertido!
Malditos sejam todos vós,
Saúdo-vos, mas parcamente!
Sim, sou difuso e pertenço a
Um grupo de toda a gente.
Que é certo?
Que é Deus?
Será chuva?
Será vento?
Chuva no Verão, Vento de Famalicão
Um cão, canídeo,
Mórbida cinorexia.
Afagia, Psicologia, larga pneumonia.
Larga ou forte?
Depende da analogia.
Saúdo-te guerreiro,
Encontrei a alegria!
Festejai, festejai
Pois não durará todo o dia!
Ai, que críticas,
Formigam nas vossas mentes
Mentes? Minto.
Fernão Mendes Pinto.
Pinto, Darwin, uma evolução.
Será Chuva?
Será Vento?
Ai, larga-me maldito pensamento!
Afasta-te, uma praga te rogo!
Maldito, foge!
Ou irei atrás de ti mais logo.
Logo que agora não,
Ai não que tenho que fazer!
Sim, trabalho, mas só para inglês ver.
Estudo, compilo,
Compilo ou sem pilo?
Apito, comboio,
Um vermelho ostracismo.
Trotskista, Leninista,
Um nazi de pele vermelha
Mas será?
Depende.
Será chuva ou vento?
Ditadura do proletariado
Fascismo e camisas negras.
Correm-me as correntes do Sado
Nestes olhos que me estão a doer de te ver…
Dor, que dor!
Maldita, voltou.
Camões, Camões
O teu olho, Camões?
Fugiu, desertou?
Desertou, vindo de ti?
Saudava-te outrora
E agora faço que nem te vi!
Heróis do Mar
(poluído, sim)
Nobre Povo
(no seu interesse, sim)
Nação Valente
(menos com a morte de frente)
Será chuva, será gente…
Ó pá, esquece os Direitos,
As Economias, as Finanças
Os benditos médicos salvadores
Aborta, aborta, essa questão moral.
Eutanásia da alma
Aborto fora de tempo
E talvez mesmo pós-laboral
Maldito, regressas
E eu que me vejo a mãos com mais um contratempo.
Ergue essa espada,
Mostra esse músculo
Sim, é o que se quer!
Músculo e beleza
Com toda a certeza!
Maldito, pêga! Não tu, a outra
Aborta ou ejacula, de uma vez
Deita tudo cá para fora.
Vivo ou morto?
Chuva ou gente?
Maldito sejas, vives e estás morto
Não me olhes, pois tenho o sentimento torto.
Forçado, sim
Sexo? Violação!
Se forçado for, a Igreja diz que não!
Não forces, alicia, é o que todos fazem..
Se é decente
Ah, pagas portagem!
Pela via do Inferno
Vais andar sobre brasas
Sou triste?
Ou isso ou magoado.
Sou louco?
Ando à chuva!
Sabe-me a pouco
Esta liberdade confusa.
Difusa, obtusa
Visão de se ver o mundo
Maldita, voltas?
Sacana do Adamastor.
Aborta, aborta, essa ideia de caridade
Só diminuiria os impostos!
Mas...eia! Diz a Igreja que dá à tua alma
Liberdade.
Acredites ou não…
Eu não, por isso pira-te
Não quero ouvir o teu senão
Por favor, retira-te.
Educado agora fiquei,
Calmo e reservado.
Mas tenho Tourette
Sê mal-educado
Começo agora,
A ver o mundo
De forma diferente
Vejo-o agora…Sim!
De forma absorvente.
Que educado fiquei,
De repente nada mais sei dizer.
Carpe Diem? Certamente.
Mas um novo ser eu não sei ser.
Não percebes?
Sou assim,
Conivente.
Não sabes que quer dizer?
Pois tu e toda a gente.
Ou talvez não! Talvez não seja chuva.
Ou talvez sim!
Talvez seja vento!
Seja o que for, eu não
Quero saber.
Vai-te embora, deixa-me
Não te quero ver
Mexes comigo, mexes.
Isso é certo e sabido
Mas mexes mal e porcamente,
Mexes mal
E tudo o que sabes sobre mim é por ouvido.
Forçado? Não tenho sentimentos forçados!
Apenas englobo numa frase um pensamento Passado.
Ai, que maldito, vai-te!
De uma vez, duas ou três.
Mal e porcamente.
Parva, badalhoca…
Isto não é para ninguém,
E é para toda a gente.
Ubi Solitudinem Faciunt Pacem Appellant
Da autoria deste vosso bloguista que se apresenta como escritor (não publicado) em repouso.
Quase concluído um primeiro livro de fantasia épica, decerto demasiado extenso para aqui ser postado. Todavia, deixar-vos-ei, decerto também, outros poemas da minha autoria.
Europe - A Prophecy de William Blake
by William Blake, British Poet
`Five windows light the cavern'd Man: thro' one he breathes the air;Thro' one hears music of the spheres; thro' one the Eternal VineFlourishes, that he may receive the grapes; thro' one can lookAnd see small portions of the Eternal World that ever groweth;Thro' one himself pass out what time he please, but he will not;For stolen joys are sweet, and bread eaten in secret pleasant.'
So sang a Fairy, mocking, as he sat on a streak'd tulip,Thinking none saw him: when he ceas'd I started from the trees,And caught him in my hat, as boys knock down a butterfly.`How know you this,' said I, `small Sir? where did you learn this song?'Seeing himself in my possession, thus he answer'd me:`My Master, I am yours! command me, for I must obey.'
`Then tell me, what is the Material World, and is it dead?'He, laughing, answer'd: `I will write a book on leaves of flowers,If you will feed me on love-thoughts, and give me now and thenA cup of sparkling poetic fancies; so, when I am tipsy,I'll sing to you to this soft lute, and show you all aliveThe World, when every particle of dust breathes forth its joy.'
I took him home in my warm bosom: as we went alongWild flowers I gatherèd; and he show'd me each Eternal Flower:He laugh'd aloud to see them whimper because they were pluck'd.They hover'd round me like a cloud of incense. When I cameInto my parlour and sat down, and took my pen to write,My Fairy sat upon the table, and dictated EUROPE.
Alma Utópica 3
Alma Utópica 2
Alma Utópica 1
Porcupine Tree
This Porcupine Tree inside of me.
Volvido o tempo que não passou, esqueço-me na hora de relembrar.
Encontrado o objecto que perdurou, sento-me e encosto-me a pensar.
Penso no que já vivi.
Melhor.... No que já sofri.
Mas este blog não é apenas de sofrimento. É de vida. Sim, é de sofrimento. Mas, atenção, também é de vida! E de morte. E de vida. E de algo mais... A little bit more.
E do quê? De vida. De morte. De tristeza. E de tudo. E de nada. Do maravilhoso mundo neo-automatizante e do retro-funk dos camaradas. Faz sentido? Não, não faz.
Deveria fazer sentido, é mais o que se deveriam estar a perguntar, na verdade. Não, não devia. Mas podia. Até que devia, mas não faz.
Confundir. É o que faço? Não, sou claro, apenas preciso que estejam atentos.
Iludir. É o que faço? Sim, muito honestamente, sim.
Brinco com as palavras, tal como Platão sou irreverente e com sentido de humor. Pode ser um sentido de humor diferente do vosso, mas não deixa de ser um sentido de humor.
Despeço-me, por agora, com um grande bem haja.
Pode nem sempre haver, é certo. Resta saber é o quê.
ENcontrem-se, agora, por entre estas iniciais palavras labirínticas.
A partir de agora o caminho é sempre a descer. Vai melhorar.
Vai melhorar...
On top of the Porcupine Tree,
All I see is me.
Being the Porcupine Tree,
Is what really frees me.






