I have this Porcupine Tree,
This Porcupine Tree inside of me.
Volvido o tempo que não passou, esqueço-me na hora de relembrar.
Encontrado o objecto que perdurou, sento-me e encosto-me a pensar.
Penso no que já vivi.
Melhor.... No que já sofri.
Mas este blog não é apenas de sofrimento. É de vida. Sim, é de sofrimento. Mas, atenção, também é de vida! E de morte. E de vida. E de algo mais... A little bit more.
E do quê? De vida. De morte. De tristeza. E de tudo. E de nada. Do maravilhoso mundo neo-automatizante e do retro-funk dos camaradas. Faz sentido? Não, não faz.
Deveria fazer sentido, é mais o que se deveriam estar a perguntar, na verdade. Não, não devia. Mas podia. Até que devia, mas não faz.
Confundir. É o que faço? Não, sou claro, apenas preciso que estejam atentos.
Iludir. É o que faço? Sim, muito honestamente, sim.
Brinco com as palavras, tal como Platão sou irreverente e com sentido de humor. Pode ser um sentido de humor diferente do vosso, mas não deixa de ser um sentido de humor.
Despeço-me, por agora, com um grande bem haja.
Pode nem sempre haver, é certo. Resta saber é o quê.
ENcontrem-se, agora, por entre estas iniciais palavras labirínticas.
A partir de agora o caminho é sempre a descer. Vai melhorar.
Vai melhorar...
On top of the Porcupine Tree,
All I see is me.
Being the Porcupine Tree,
Is what really frees me.
This Porcupine Tree inside of me.
Volvido o tempo que não passou, esqueço-me na hora de relembrar.
Encontrado o objecto que perdurou, sento-me e encosto-me a pensar.
Penso no que já vivi.
Melhor.... No que já sofri.
Mas este blog não é apenas de sofrimento. É de vida. Sim, é de sofrimento. Mas, atenção, também é de vida! E de morte. E de vida. E de algo mais... A little bit more.
E do quê? De vida. De morte. De tristeza. E de tudo. E de nada. Do maravilhoso mundo neo-automatizante e do retro-funk dos camaradas. Faz sentido? Não, não faz.
Deveria fazer sentido, é mais o que se deveriam estar a perguntar, na verdade. Não, não devia. Mas podia. Até que devia, mas não faz.
Confundir. É o que faço? Não, sou claro, apenas preciso que estejam atentos.
Iludir. É o que faço? Sim, muito honestamente, sim.
Brinco com as palavras, tal como Platão sou irreverente e com sentido de humor. Pode ser um sentido de humor diferente do vosso, mas não deixa de ser um sentido de humor.
Despeço-me, por agora, com um grande bem haja.
Pode nem sempre haver, é certo. Resta saber é o quê.
ENcontrem-se, agora, por entre estas iniciais palavras labirínticas.
A partir de agora o caminho é sempre a descer. Vai melhorar.
Vai melhorar...
On top of the Porcupine Tree,
All I see is me.
Being the Porcupine Tree,
Is what really frees me.

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