sábado, 23 de maio de 2009

Teorias Darwinianas


(Exemplo de Espécimen Portuguesa, de nome científico Bioloburromon Irritantus)


A 22 de Maio de 2009 comemora-se a descoberta da até então desconhecida raça B.I.O.L.A., que comemora, apesar disso, duas décadas de existência.


Pouco se sabe ainda sobre esta estranha raça altiva, mas começam a surgir relatos e análises visuais com o passar do tempo.


Existem dois tipos de B.I.O.L.A., tanto quanto se sabe, sendo eles uma Biolomon e uma Biolobot, assim baptizadas as únicas duas espécimens conhecidas.


Mas, apesar de ambas terem duas décadas de existência e de partilharem um mesmo habitat, há diferenças significativas entre as duas.


Começaremos por analisar a Biolobot. Através de uma análise estritamente visual, este espécimen denota pouca actividade cerebral aquando da sua interacção com o meio social envolvente, ignorando sobremaneira a flora e concentrando-se apenas na fauna. Apesar do porte mais diminuto em comparação com a Biolomon, possui uma pujança torácica enorme, pujança essa que é raramente coberta, de forma a desafiar as fêmeas de outras raças e aliciar os machos.
A Biolobot, ao contrário das Cougars ou Milfs, prefere homens mais velhos ou membros de Associações Académicas. A sua postura pode parecer calma e relaxada, mas este espécimen é perito em fugas simples e eficazes, mas acabando sempre por regressar, fazendo oscilar o tórax nas suas entradas triunfais nas zonas de socialização.


Como referido anteriormente, demonstra parcas capacidades de interacção e reduzido quociente de inteligência, chegando mesmo ao ponto de se abismar perante o conteúdo de um livro ou de se sobressaltar ao olhar-se num espelho.


Por sua vez, a Biolomon demonstra maior quociente de inteligência e costuma fazer-se acompanhar de fêmeas e machos de outras raças. Apesar de uma pujança torácica inferior à da Biolobot é, ainda assim, capaz de tornar as técnicas de acasalamento de outras fêmas obsoletas, fazendo também uso de glúteos sobredesenvolvidos e bastante redondos, que geralmente meneia de forma lânguida, vagarosa e parcamente coberta de tecido.


(Meio-Sangue B.I.O.L.A., cientificamente conhecida como Bioloputamonus Brochentus)



A grande diferença entre estas duas mutações da raça B.I.O.L.A. estão, de facto, na actividade cerebral. Apresenta-se inferior à actividade de qualquer outra fêmea de outra raça, mas, como referido, a Biolomon demonstra pelo menos capacidades de integração social, apesar de partilhar da mesma postura altiva da Biolobot.

Nos anos que se seguem espera-se ser possível poder prosseguir com as avaliações visuais e chegar mesmo a interagir com estes espécimens, tanto a nível social, como sexual.
A capacidade de reprodução destes espécimens é-nos ainda desconhecida e o nascimento de um espécimen jovem, ainda que não seja puro, poderia dar-nos enormes dados sobre esta espécie que, infelizmente, parece ter poucas fêmeas. Há. No entanto, esperança, pois os meses de Setembro/Outubro do presente ano poderão, com o fim de um longo Verão e início de um Outono, levar novas B.I.O.L.A. a migrarem.

Serão de facto meses espectaculares e serão transmitidos , aqui, todos os desenvolvimentos.



National Pornographic,

BPED Executive Team.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Way Of Life

Para a banda que consegue sempre curar tudo:
as dores de pancadas, as dores de relacionamentos,
as tristezas, as desilusões.
Metallica
It's not music, it's a Way Of Life!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Aezrel-Kun



Quando estou aborrecido, começo a juntar as pequenas peças do dia-a-dia, as piadas com os amigos, enfim, tudo o que se passa e que gera gargalhadas e nas quais nunca se volta a pensar.

Bom, hoje decidi homenagear uma amiga por quem nutro um enorme carinho através deste post/private joke.

Em pequena ficavas assim quando comias massa, APOSTO!! =D

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Sentir


... porque o amante não é um ser calmo e ponderado. O exacto oposto será. Um ser intuitivo, instintivo, reactivo, impulsivo. Pois esse ser é o mais natural e cru que há. Pois reage pelos momentos e nos momentos, não tomando as circunstâncias pelo que são, antes pelo que fazem sentir. Pois age pelo perigo, pela perda, pela ruptura, pela pessoa. Mas, mais que tudo. Pelo medo. Medo de perder a pessoa amada, a pessoa que quer que o ame ou recebe, que o aceite.

... porque somos todos amantes, ou todos o deveríamos ser. Todavia não o somos, cortesia da vida. Uns mais que outros, vivem os momentos pelo que são. Analisam, quase querendo que de forma científica, tudo e todos, esperando ter a vantagem do olho da mente. Pois enganam-se. O olho da mente não está no cérebro ou na inteligência. Para isso basta ser-se arguto. Para isso tem de se olhar com o olho do coração, do sentimento, da reacção. Pois apenas quando há reacção, comportamento exteriorizado, poderemos saber que alguém sente.

... porque ser-se amante é ser tudo e nada. E querer tudo e não querer perder nada. Eternos amantes, eternos lutadores. Bem-vindos. Bem-vindos ao monopólio da emoção. Percam-se, se para isso forem fortes de coração em suficiência. Porque não reagir. Não reagir é não sentir. E não sentir é não viver. Dói? Claro que dói. Mas cada dor mostra-nos que estamos vivos. Que palpitamos de sentimento, de compaixão, de alegria ou tristeza. Mostra que existimos. Bem ou mal existimos. E esse é o primeiro passo para o resto do caminho...

segunda-feira, 4 de maio de 2009

May

There is a new girl on the block.
Will she be the one?
Really don't care,
I'm already happy that the personality level is rising...