Meu anjo, minha flor
Minha dor, minha alegria.
Contigo, as manhãs acordam leves,
De manhã, á tarde, à tardinha.
As luzes brilham breves na noite
E sempre que adormeço, renasço,
No sorriso do teu olhar.
Apoplexia proibitiva,
Do sorriso manso e bicolor.
Ciumeira taxativa
De quanto é cada Amor.
De quanto é e de quanto já foi
Ao peito, num pendente, guardo a memória do que ainda não se passou.
Pois sorrio, anseio
Pelo que sei não saber
Debito, por meio,
Aquilo que não sei por completo dizer.
Que te amo, talvez, no ocaso das horas mortas
Que te invejo o sorriso, alguma vez, quanto as linhas da minha vida foram por Ele escritas tortas.
Porque não sei saber
Sem que me guiem, orientem.
Pois não quero nunca crescer,
Que os meus problemas outros os aguentem.
Chegada a hora do juízo Final
Ali me prostrei, exangue,
E Ele me pediu uma dádiva mortal,
Uma dádiva do meu seco sangue.
Pois em mim corria areia, célere, escura e dura,
Era basáltica? Vulcânica! Da história passada e futura.
Eu era, sem saber, o relógio do Tempo Pessoal
Contava, sobre mim, o próprio fim.
Ouvia, sem reconhecer, a voz final,
Aquela que grita o fim da Pessoa, o fim de mim.
sábado, 28 de novembro de 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário