(Exemplo de Espécimen Portuguesa, de nome científico Bioloburromon Irritantus)
A 22 de Maio de 2009 comemora-se a descoberta da até então desconhecida raça B.I.O.L.A., que comemora, apesar disso, duas décadas de existência.
Pouco se sabe ainda sobre esta estranha raça altiva, mas começam a surgir relatos e análises visuais com o passar do tempo.
Existem dois tipos de B.I.O.L.A., tanto quanto se sabe, sendo eles uma Biolomon e uma Biolobot, assim baptizadas as únicas duas espécimens conhecidas.
Mas, apesar de ambas terem duas décadas de existência e de partilharem um mesmo habitat, há diferenças significativas entre as duas.
Começaremos por analisar a Biolobot. Através de uma análise estritamente visual, este espécimen denota pouca actividade cerebral aquando da sua interacção com o meio social envolvente, ignorando sobremaneira a flora e concentrando-se apenas na fauna. Apesar do porte mais diminuto em comparação com a Biolomon, possui uma pujança torácica enorme, pujança essa que é raramente coberta, de forma a desafiar as fêmeas de outras raças e aliciar os machos.
A Biolobot, ao contrário das Cougars ou Milfs, prefere homens mais velhos ou membros de Associações Académicas. A sua postura pode parecer calma e relaxada, mas este espécimen é perito em fugas simples e eficazes, mas acabando sempre por regressar, fazendo oscilar o tórax nas suas entradas triunfais nas zonas de socialização.
Como referido anteriormente, demonstra parcas capacidades de interacção e reduzido quociente de inteligência, chegando mesmo ao ponto de se abismar perante o conteúdo de um livro ou de se sobressaltar ao olhar-se num espelho.
Por sua vez, a Biolomon demonstra maior quociente de inteligência e costuma fazer-se acompanhar de fêmeas e machos de outras raças. Apesar de uma pujança torácica inferior à da Biolobot é, ainda assim, capaz de tornar as técnicas de acasalamento de outras fêmas obsoletas, fazendo também uso de glúteos sobredesenvolvidos e bastante redondos, que geralmente meneia de forma lânguida, vagarosa e parcamente coberta de tecido.
(Meio-Sangue B.I.O.L.A., cientificamente conhecida como Bioloputamonus Brochentus)
A grande diferença entre estas duas mutações da raça B.I.O.L.A. estão, de facto, na actividade cerebral. Apresenta-se inferior à actividade de qualquer outra fêmea de outra raça, mas, como referido, a Biolomon demonstra pelo menos capacidades de integração social, apesar de partilhar da mesma postura altiva da Biolobot.
Nos anos que se seguem espera-se ser possível poder prosseguir com as avaliações visuais e chegar mesmo a interagir com estes espécimens, tanto a nível social, como sexual.
A capacidade de reprodução destes espécimens é-nos ainda desconhecida e o nascimento de um espécimen jovem, ainda que não seja puro, poderia dar-nos enormes dados sobre esta espécie que, infelizmente, parece ter poucas fêmeas. Há. No entanto, esperança, pois os meses de Setembro/Outubro do presente ano poderão, com o fim de um longo Verão e início de um Outono, levar novas B.I.O.L.A. a migrarem.
Serão de facto meses espectaculares e serão transmitidos , aqui, todos os desenvolvimentos.
National Pornographic,
BPED Executive Team.

1 comentário:
*nerd in the house*
- e...e...e...eu tenho uma dubida...se b.i.o.l.a é uma sigla...erm...o que que quer dizer cada letra? hm? *Saca da bolachinha de Àgua e sal que tem no bolso, qual Ricardo Araújo*
Realmente, escolheste a irritante-mor da raça! já não posso ver essa coisa À frente! solááááário! mas enfim, nem toda a gente pode ser prima do Micheal JAckson como eu, e ficar sem nariz por queimá-lo estupidamente deitada ao sol do meio dia num descampado...nice try honey, mas ainda não estás lá! falta-te muita àgua com legumes pra atingir o nivel Orca-power!
xD *
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