Nesta forçosa espera que tarda.
Quero-te aqui, ausente,
Ousando vislumbrar esta ou aquela sarda.
É necessário, futuristicamente responsável,
Manter-te presente-ausente,
Pois este fogo que me queima,
Distrai-me mormente.
Mas quero-te, comigo, num abrir de mão
Que não é voluntário.
Mas quero-te, aqui, nunca aceitando um tudo-nada.
Saudade. Ausência.
Tudo. Nada.
Pois és ausente-presente,
Constante, Distante.
E eu queria, pensando,
Ter-te sem limites.
Eu queria, sob o teu sol encaracolado,
Descansar, beijando-te.
E, finalmente, sob o teu cálido resplendor repousar...


1 comentário:
http://www.youtube.com/watch?v=R8OOWcsFj0U
love you ;)
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